Nos posts anteriores, falamos sobre uma introdução à plataforma Arduino e sobre alguns comandos básicos de entrada e saída. Neste post segue um tutorial mais completo, sobre os principais componentes eletrônicos que utilizamos como sensores e atuadores e sobre a plataforma em si, com vários exemplos práticos e exercícios. Segue a apresentação.
Fiquem ligados que nos próximos posts veremos mais sobre displays e sensores capacitivos.
Muito tem se falado do sistema operacional da google. O Android. Mas pouco se fala de um dos componentes que fazem parte dessa grande novidade. A Máquina Virtual chamada Dalvik, ou Dalvik Virtual Machine, nome dado em homenagem a uma vila de pescadores da Islândia, que além de ser uma terra longe aqui do nosso Brasil e um tanto quanto fria para nosso padrões é uma das poderosas entidades integrantes dessa nova plataforma. mas o que é a Dalvik? É a máquina virtual responsável por executar todos os aplicaticos rodando dentro do seu Android. (só?!). Essa máquina virtual, projetada e escrita por Dan Bornstein e demais engenheiros google, foi construida de tal modo que cada aplicação Android contenha sua própria instância da máquina e rode em seu próprio processo. Além disso ela foi criada de tal modo que cada dispositivo possa rodar várias VMs de forma eficiente. A Dalvik, como podemos ver pelo próprio site do “What is android?” , executa arquivos do tipo .dex (Dalvik Executable), um formato construido e otimizado para usar o mínimo de memória, e que é gerado através de classes escritas originalmente em Java e convertidas através de uma das ferramentas disponibilizadas pelo google, a dx tool . Veja o clássico diagrama a baixo. Disponivel em: http://developer.android.com/guide/basics/what-is-android.html Arquitetura do Android Observe como o Ambiente de Execução do Android é composto “apenas”(?!) pelas bibliotecas básicas Core Libraries e pela Dalvik. Bem, o mundo de Android com certeza é muito mais vasto do que o comentado aqui, mas com certeza agora já acreditamos que a Dalvik tem um papel no mínimo dominante nessa plataforma.
O processo de inovação C.E.S.A.R (PIC) é inspirado nos princípios de design centrado no usuário; nossa visão é que tecnologias de informação e comunicação servem pessoas, dentro de determinados contextos, propósitos e estratégias, e que o sucesso da experiência de uso é absolutamente fundamental para os processos de inovação suportados por TICs. Desse modo, o PIC enfatiza o entendimento das pessoas que podem vir a ser – ou são – a audiência para os produtos e serviços do C.E.S.A.R: o que elas valorizam e como vivem, para que seja possível desenvolver experiências de uso que melhorem sua qualidade de vida.
Dentre as fases deste processo de inovação, a prototipação ocupa um papel importante tanto na elicitação de requisitos, quanto na antecipação de problemas, identificação de novas funcionalidades e validação da ideação. Os vários níveis de prototipação, desde a prototipação em baixa fidelidade até os protótipos funcionais, contribuem para tangibilizar a idéia e melhorar a comunicação do produto ou serviço dentro da equipe de desenvolvimento e com o cliente.
A plataforma Arduino é bastante utilizada para o desenvolvimento de prototipos interativos funcionais. Arduino é uma plataforma open source para prototipação eletrônica, que permite o desenvolvimento de dispositivos realtivamente complexos, mas sem que se tenha conhecimento profundo de programação, eletrônica ou sistemas embarcados. Esta plataforma foi projetada para ser utilizada por designers, artistas hobbystas ou qualquer pessoa interessada em criar dispositivos e ambientes interativos.
Abaixo segue a apresentação feita por Tiago Barros e Erico Fileno no V Encuentro Latinoamericano de Diseño realizado na Universidade de Palermo em Buenos Aires. Nesta apresentação foi abordada a importância da prototipação em um processo de inovação centrado no usuário, e a utilização de ferramentas open source para a extensão física do computador na criação de dispositivos interativos.